segunda-feira, dezembro 29, 2008
sábado, dezembro 27, 2008
Massacrando a massa
Último final de semana de 2008.
Recebemos a visita de nossos amigos Zéca e Dominique – visita tão divertida quanto fazer um piquenique.
Os dois “chefes” dividiram o fogão e a cozinha.
Ela, dividiu o quase “dolce fare niente” com a Elisa.
Entre aperitivos, cafés da manhã, almoços, lanchinhos, aconteceu a preparação da massa de um pão que insistia em não crescer, desafiando todas as expriências de sucessos anteriores. Esse vídeo registra com o bom humor, que predominou no final de semana, uma parte da história do pão que teve um final delicioso e feliz!!!!...
quinta-feira, dezembro 04, 2008
Procura algo específico?
Em várias oportunidades, vendo vitrines e entrando em lojas de vestuário em “shoppings”, me deparei com atendentes perguntando: - Procura algo específico?
Este termo de aproximação para mim é novo, dependendo do tipo de loja.
Num primeiro momento, sinto um riso interno e tenho vontade de externá-lo, gozando o atendente. Contenho-me. Então, imediatamente agradeço e respondo: - Estou olhando, por enquanto!
Esta pergunta me incomoda por duas razões:
Tira minha atenção para o que olho e sinto-me pressionado, tendo vontade de ir embora do local.
Ressalva: se vejo algo que interessa, é óbvio, relaxo dou um tempo, me concentro, e parto para a ação. Do contrário, se não interessa vou embora.
O que não vai embora é a pergunta que fica comigo: - Cabe a pergunta do atendente naquele momento? Há algo mais específico ali, naquela vitrine ou dentro da loja que não seja a mercadoria que já consta. Qual é a necessidade de ser específico naquilo que já está especificado?
Como nasce o específico do especificamente já especificado no mercado do vestuário?
“Procura algo específico”? A pergunta não é nova; a meu ver, o emprego é novo. Carrega uma roupagem linguisticamemte importada e mal traduzida. Serve a propósitos mercadológicos pouco orientados, na maioria das vezes inconveniente e deselegante( em se tratando de moda), para uma sociedade metropolitana fadada a um consumismo desenfreado, desidentificado com seu idioma e seu próprio costume. Portanto, vista aos olhos do mercado como que buscando uma individualidade marcante de apresentação externa sem conteúdo de alma. “O cliente tem suas razões, nós temos a nossa”.
Apelo para um luxo customizado fictício!
Chatices cotidianas de um mundo pós-moderno globalizado.
boris.
Este termo de aproximação para mim é novo, dependendo do tipo de loja.
Num primeiro momento, sinto um riso interno e tenho vontade de externá-lo, gozando o atendente. Contenho-me. Então, imediatamente agradeço e respondo: - Estou olhando, por enquanto!
Esta pergunta me incomoda por duas razões:
Tira minha atenção para o que olho e sinto-me pressionado, tendo vontade de ir embora do local.
Ressalva: se vejo algo que interessa, é óbvio, relaxo dou um tempo, me concentro, e parto para a ação. Do contrário, se não interessa vou embora.
O que não vai embora é a pergunta que fica comigo: - Cabe a pergunta do atendente naquele momento? Há algo mais específico ali, naquela vitrine ou dentro da loja que não seja a mercadoria que já consta. Qual é a necessidade de ser específico naquilo que já está especificado?
Como nasce o específico do especificamente já especificado no mercado do vestuário?
“Procura algo específico”? A pergunta não é nova; a meu ver, o emprego é novo. Carrega uma roupagem linguisticamemte importada e mal traduzida. Serve a propósitos mercadológicos pouco orientados, na maioria das vezes inconveniente e deselegante( em se tratando de moda), para uma sociedade metropolitana fadada a um consumismo desenfreado, desidentificado com seu idioma e seu próprio costume. Portanto, vista aos olhos do mercado como que buscando uma individualidade marcante de apresentação externa sem conteúdo de alma. “O cliente tem suas razões, nós temos a nossa”.
Apelo para um luxo customizado fictício!
Chatices cotidianas de um mundo pós-moderno globalizado.
boris.
segunda-feira, novembro 17, 2008
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